09/09/2007

Cap 6: Será que você já anda entre meus amigos (Jeni)

Trilha sonora da cena (clique aqui)

_Por que vamos descer aqui? _ perguntei, ouvindo Ruan pedir ao taxista que parasse na esquina da minha rua, bem longe de casa.

_Se fosse para descer no seu portão, eu vinha com o meu próprio carro, mas como a situação está quente, é melhor não sermos identificados por nenhuma placa. _ explicou-me, sempre em voz baixa e olhando para os lados.

_Hum. _ Levantei as sobrancelhas.

_Você está com a chave? _ perguntou, segurando levemente o meu braço, apreensivo.

_Que chave? Eu deixei aberto e sai correndo.

_Genial você... _ riu.

_O que queria? Eles entraram atirando, eu estava em total estado de pânico, Ruan, e...

_Jeni, cala a boca, você fala demais. _ pediu. _ Disfarça.

Eu tinha essa mania de falar alto quando estava nervosa.

_Fique aqui, eu vou entrar na frente. _ ele pediu.

Eu cruzei os braços e fiquei no portão de casa.

Ruan abriu a porta e sacou o revólver. Eu sentia-me como num filme de ação, só que nem um pouco ansiosa para qualquer clímax. A noite de ontem tinha batido minha cota anual de aventuras. Mas, sentia-me absolutamente segura ao lado dele. Aqueles homens nem eram mais tão assustadores com Ruan por perto.

_Pode vir. _ ele fez sinal para eu segui-lo.

Entrei atrás dele e permaneci em sua retaguarda.

_Escuta. _ pediu silêncio com o dedo indicador. Ouvimos um barulho na cozinha.

Ruan virou-se e impôs a arma.

Ouvi um miado de gato e o contive:

_Não, Ruan! É o gato da minha vizinha! _ avisei-lhe.

_Esse bairro aqui deve ter sido uma savana antes de ser habitado. _ exclamou aliviado e também irritado.

_E você devia ser o motorista da carrocinha se não fosse militar! _ peguei o gatinho no colo. _ Não precisa ficar com medo, ele não vai te matar... _ apontei para o Ruan. _ ... porque eu não vou deixar. Ele matou o meu cachorrinho friamente, mas eu vou te proteger. _ falei com o gatinho com voz de criança, esfreguei a minha bochecha em sua cabeça.

O gato miou e Ruan revirou os olhos, tentando manter a calma comigo. Coloquei o bichano no chão e ele correu para o quintal dos fundos.

_Jeni, você não vai esquecer isso nunca?!

_Era o meu melhor amigo! _ argumentei. _ Qual o nome do seu melhor amigo?

_Ai, Jeniii...

_Vamos, Ruan! O que diria se você soubesse que deram um tiro no seu melhor amigo, o melhor, o do coração, o maior...

_Jeni, eu não quis matá-lo, ok? _ Ruan se inclinou para frente e franziu a testa em uma careta. _ Eu precisava entrar para ver como você estava e tive que tirá-lo do caminho.

_Como pode ser tão frio? _ desdenhei.

_Jenizinha... _ ele respirou fundo. _ Eu falei para o soldado dar só um tirinho, só para aleijar e tal, não era para matar, mas o cara parece que nunca viu uma arma, desfilou tiro e pá pá...

_... _ meus olhos se encheram de lágrimas.

_Desculpe, desculpe! Jeni... Venha aqui... Aiii...

Bati a porta do meu quarto na cara dele. Aposto que bateu com o nariz e o achatou.

_Não faça mais isso! _ ele abriu novamente a porta e impôs o dedo na minha cara.

_Eu nunca vou poder te perdoar por ter matado o meu cachorro lindo.

_Tudo bem, eu vou levar anos para me recuperar disso. _ ironizou. _ Agora, arrume suas coisas rápido, joga tudo em uma mala e vamos sair daqui.

_Você não sabe o que é ter alguém que goste... _ peguei o porta-retrato com a minha foto abraçada ao Fred. _ Está vendo esse aqui? Você mandou assassinar ele! _ Enfiei na mala.

_Jeni, você não está entendendo, eu disse: Rápido! _ ele puxou de uma só vez todas as minhas roupas do cabideiro e jogou na cama. _ Anda! Eu não posso estar metido em nada errado, já estou me arriscando demais! Eu juro que vou fazer um zoológico particular na nossa futura casa, tá bom? Agora esquece esse negócio de cachorros e gatos e pega tudo que precisa.

_Ruan, a gente não vai levar os móveis? Vai deixar tudo aqui?

_E como eu vou levar? Pôr o sofá no bolso e a geladeira na cabeça?

_Mas, foi comprado com tanto sacrifício. _ reclamei.

_Tá, tá bom, Jeni, eu vou dar um jeito de buscar, agora você pegue o que é essencial. _ ele continuou olhando apreensivo pela janela.

_Acho que é isso. _ eu sentei em cima da mala e fechei-a com um certo esforço.

Voltamos para a casa de Ruan. Ele deixou-me sozinha e foi até o quartel resolver suas questões de trabalho.

Suspirei, sentada no sofá, totalmente entediada. Ruan tinha me proibido de sair, disse que não era bom eu dando o "ar da graça" por ali, não gostava de levantar fofocas. Segundo ele, os muros falam naquela vila.

Levantei-me e fui até o móvel da televisão, havia coleções inteiras de filmes.

_Nossa! Um cinéfilo. _ franzi a testa e não tirei nada do lugar, vai que aquilo ali tinha alguma ordem.

Enfiei as mãos no bolso e virei-me. Uma porta chamou a minha atenção ao lado da do quarto, no corredor. Não tive tempo de abri-la. Mordi a ponta do polegar.

Que mal tinha eu fuxicar um pouquinho? Ele não estava ali mesmo!
Girei a maçaneta e coloquei a cabeça para dentro.

_Uau! _ meus olhos passearam por todos os cantos e minha boca se entreabriu naturalmente. Senti-me a própria Lucy (do filme As Crônicas de Nárnia) descobrindo uma passagem secreta muito especial no guarda-roupa do velho professor, que dava acesso a um misterioso mundo.

Se eu tinha ficado admirada com a quantidade de filmes, agora sim, estava estupefata. Ruan enchera todo um quarto com fileiras de livros organizados nas prateleiras. Um modesto sofá forrado com uma capa amarela de dois lugares ficava abaixo da janela. No lado oposto, uma mesa de madeira com um laptop fechado. E no chão um tapete vinho, cobrindo o assoalho de madeira, que ajudava a manter o ambiente sempre aquecido e com pouca umidade.

Os quadros na parede eram referentes aos seus estudos e trabalho como militar. Medalhas, diplomas, condecorações e fotos com grupos de amigos.

Mas se tudo isso já havia mudado minha concepção sobre ele, vendo-o agora como um homem culto, maior foi minha surpresa com um objeto no canto do pequeno escritório.

_Não vai me dizer que você toca? _ ri baixinho e olhei de perto o violão de madeira, escorado em um apoio.

_Sim, eu toco. _ ouvi uma voz atrás de mim e tomei um susto tremendo, pega com a boca na botija.

_Ai! _ gritei e pus a mão no peito. _Quer me matar do coração, Ruan?!

_Posso saber o que a mocinha está fazendo aqui? _ perguntou.

_É que... eu... _ abaixei os olhos. _Desculpa... _ pus as duas mãos para trás e girei a ponta do pé no chão para os lados. _Eu estava sem nada para fazer...

_Tem uma visita para você na sala. _ ele apontou com o polegar para trás, vi que não estava mais interessado nas minhas explicações.

_Para mim? _ arregalei os olhos. _ Quem é?

Eu andei em direção a sala, sem esperar por sua resposta, eu era curiosa demais. Ora! Não tinha visto nada. Voltei para o escritório.

_Isso é alguma brincadeira comigo, Ruan? _ pus as mãos na cintura. _ Não tem ninguém lá!

Ele, que já estava abrindo seu laptop, virou-se para o lado e me olhou.

_Mas eu deixei ele ali. _ passou na minha frente e foi para o centro da sala, próximo a mesinha de centro.

Agachou-se, mas não pude entender o que fazia, pois o sofá tampava a minha visão.

Aproximei-me mais.

_Pronto, agora pode dar o nome que quiser para ele. _ mostrou-me um filhote de cachorro que tirara de uma caixa.

_Que isso?

_Um pequeno dinossauro, achei um ovo no meu quintal, ele deve ter eclodido ontem, depois de séculos... Dãã, um cachorro. O meu amigo me deu, na verdade, de tanto você me aporrinhar, eu pedi para ele um dos filhotes.

_Você acha que o meu Fred pode ser substituído?

_Jeni... _ ele levou a mão à testa, balançou a cabeça para o lado e suspirou. Eu senti que o tirava facilmente do sério. _... Eu acho que você está sendo muito ingrata. _ apontou para mim com a mão que segurava o bichinho, que de tão pequeno, parecia uma bola de pêlo dentro do seu punho fechado.

Quase gritei para que ele parasse de girar o pobrezinho no ar, como se fosse um objeto de plástico, enquanto gesticulava. Mas não queria dar o braço a torcer.

_Ok, você não quer? Tudo bem, joga fora. _ abriu a porta da rua e colocou o bicho no chão e fechou a porta outra vez.

_O que você fez? _olhei-o horrorizada, quando passou por mim.

_Ora, você não quis?! Então, alguém vai passar e pegar, ou ele vai ser atropelado por um carro e... Não venha me culpar por essa morte também, a culpa será toda sua! _ levantou as mãos no ar, em estado de rendição e voltou para o escritório.

Abri a porta e peguei o bichinho.

_Posso dar mesmo o nome que eu quiser? _ perguntei, com a cabeça na porta do escritório.

_Pode, qualquer um. _ respondeu maquinalmente, enquanto digitava alguma coisa no teclado.

_Tá bom, ele vai se chamar Juanito.

_Quê? _virou-se para mim.

_Ora, você disse que podia ser o que eu quisesse.

_Não o meu nome no cachorro.

_Quem disse que é o seu nome? É com “J”, não é com “R”.

Ele ficou olhando para mim absorto, acho que meio perplexo com minha imaginação. Eu sorri me divertindo.

_Ruan, a gente tem que comprar uma casinha para ele, comprar comida, uma mamadeira, leite, remédios, e levar no veterinário. Ah! Temos também que comprar uma coleirinha para você passear com ele.

_Que isso? É um cachorro ou uma madame?

_Você acha que é simples ter um bicho? Foram anos de amor e de ração para você mandar dar um tiro no meu Fred.

_Linda, linda. _ ele levantou-se e segurou o meu rosto com as duas mãos. _ Presta atenção, eu estou com uns probleminhas para resolver, você pega o cachorrinho, dá qualquer coisa para ele comer e...

_Ruan, não é qualquer coisa! Se cachorro comer comida de gente, ele pode ficar doente e... Fede para caramba as...

_Quer dinheiro? Deve ter algum pet shop por aqui.

_Você disse para eu não sair. _lembrei-o.

_É. _ ele conteve a mão no bolso.

_Ruan, cachorro não é gente para comer comida.

_Mas você trata ele como se fosse gente.

_É diferente! Ruan, você não entende nada! _balancei a cabeça para os lados, olha para quem eu estava falando isso, para o homem que já havia lido todos aqueles livros. Mas de cachorro eu entendia.

_Ok, eu me rendo. O que quer que eu faça?! _ perguntou.

_Nada, eu dou meu jeito.

_Ótimo. _ ele voltou ao trabalho.

Fui até a cozinha e procurei o leite. O Juanito era tudo que eu precisava. Sentiria muita falta do Fred, mas eu tinha um coração extremamente mole para bichos. Ajudou-me a esquecer das coisas que aconteceram nos últimos dias. Dessa maneira eu tinha companhia.

À noite, porém, Juanito não quis dormir, chorou sem parar.

_Onde é o botão que desliga esse bicho? _ Ruan apareceu na cozinha e viu que eu também estava ali, sentada no chão, junto à caixa do cachorrinho.

_Você não vai matar ele não, né?! _ perguntei, pegando-o no colo e abraçando-o.

_Não, minha querida, eu não sou um assassino da carrocinha. _ ele agachou-se.

_Olha, ele parou... _ falei.

Ruan ficou nos olhando abraçados e decifrou o segredo. Ele tinha essa maravilhosa capacidade de enxergar os códigos da vida em muito pouco tempo. Não sei como, mas era seu jeito.

_São as batidas do seu coração. Ele está lembrando das batidas do coração da mãe. Já vi isso em um filme. _ ele levantou-se e foi até seu quarto buscar um despertador.

_Que isso? _ perguntei, vendo-o colocar dentro da caixa.

_É para simular as batidas, o barulhinho do tic tac. _ ele colocou Juanito no seu lugar e fez um carinho na sua cabeça. _Pronto! _ sorriu. _ Agora vamos dormir. Por que amanhã vamos nos mudar.

_Ruan... _chamei-o. Ele virou-se para mim e perguntou o que era. _Como vai ser? _ abaixei a cabeça. _ Eu parei de ir a escola, e lá?

Ele me sorriu complacente.

_Não se preocupe com o amanhã. Eu já não te arrumei um cachorrinho hoje?

Eu sorri e concordei. Ele estava se esforçando para me agradar.

_Você será o meu tutor.

Ele não disse nada, apenas se retirou para o escritório.

_Não vai dormir?

_Não consigo. _ entrou. _ Tenho insônia.

_Posso? _ perguntei, contendo a mão na porta.

_Claro. _ deixou eu entrar. Sentou-se no sofá e eu fiquei escorada na mesa, de frente para ele.

_Eu também sei tocar... _ contei-lhe timidamente.

_Sabe? _ parou de mexer no caderno de cifras e ofereceu o violão.

_Não! Eu não...

_Já era! Já disse, então... _ puxou-me pela mão e eu sentei no sofá apreensiva.

_Ruan eu não toco as coisas que você gosta, não é nada erudito...

_Toca. _ ordenou e se escorou na mesa, mudando de posto comigo.

_Você gosta da Vanessa Camargo?

_Vanessa Camargo? _ ele riu.

_Tá vendo? _ ameacei levantar, mas ele fez sinal para eu não me mexer. _ Só toca.

_Vou cantar também, ta?

_... _ ele encolheu os ombros.

Respirei fundo e ri nervosa. Cruzei as pernas, ajeitei a saia jeans e bati com a bota no chão para marcar o compasso.

_ Uhhuhuuu..._ fiz o som com o biquinho nos lábios.

Fechei os olhos para me concentrar.

_
Para começar um beijo... _ cantei com a voz bem doce e sussurrante. _ E ele vai pra sempre me amar / É assim que vai ser / Sei que ele está por aí / Esperando eu aparecer/ Louco pra me conhecer(iê,iê,iê)

O seu nome eu não sei/ Eu me lembro que eu sonhei/ E acordei pensando em você/ Eu nem sei o que é paixão/ Perguntei pro coração/ E ele disse que é pra eu ter calma/ Um dia virá meu primeiro amor.


Abri os olhos mais confiante e cantei olhando para ele. Inclinei o rosto para o lado e sorri, sentindo que ele estava admirado com minha voz:

_
Escrevi no meu diário/ Meus segredos só pra você/ Só você pode ler/ Será que você já anda/ Entre os meus amigos e eu nem vi/ Que você já está aqui(Iê,iê,iê)

O seu nome eu não sei/ Eu me lembro que eu sonhei/ E acordei pensando em você/ Eu nem sei o que é paixão/ Perguntei pro coração/ E ele disse que é pra eu ter calma/ Um dia virá meu primeiro amor.

(Ohh...) Sei que você está aí em algum lugar
(Ohh...) Estarei bem aqui pra quando você chegar

O seu nome eu não sei/ Eu me lembro que eu sonhei/ E acordei pensando em você/ Eu nem sei o que é paixão/ Perguntei pro coração/ E ele disse que é pra eu ter calma/ Um dia virá meu primeiro amor.

Um dia virá.../Para começar um beijo...


Terminei de cantar e parei com os dedos nas cordas.

_Viu? Não é linda?

Ruan não disse nada, estava sério, absolutamente compenetrado em mim.

_Desculpe... Acho que tomei o seu lugar. O seu tempo... _ levantei-me e me precipitei para sair, ele segurou o meu braço, não ameacei olhá-lo.

_Posso te ensinar mais amanhã, se quiser..._ ofereceu. _ Afinal, você me intitulou como seu tutor.

Abaixei a cabeça e fui direto para o quarto, sem nada dizer, estava envergonhada, mas com o coração estranhamente batendo forte. Não entendi por quê. Eu fiquei muito ansiosa para demonstrar que era boa, que mexeu com minhas emoções... É, é isso...

Chega de emoção! Cama!


Autora: Li


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10 comentários:

Lucy disse...

Isso que é um capítulo de respeito!!! O Ruan é muito bom, ele cuida dela com todas as energias! "Dá o gás" mesmo na missão confiada a ele pelo padrasto da Jeni. E ela, poxa, é uma criança se descobrindo!

Os diálogos são tão divertidos de ler! Eu ri do começo ao fim (a não ser pela parte da música. Nessa, eu chorei! rsss). Tá mexendo com o coração da gente legal, Eli!!! \o/

Meus parabéns! Os personagens são tão transparentes para mim, consigo imaginar seus gestos, caras e bocas, seus sentimentos expressos nas descrições tão bem elaboradas por vc, miga!!! Tá muito bem escrito, viu???

Beijos e beijos!!! \o/

aninha disse...

faço coro a Lucy!!!! ri demais o capitulo todo!!! demais mesmo!!! da pra imaginar cada situação!!!! e o Juanito... coisa fofa!!! esse capitao é tudo de bom!!! to amando!!! e esse nervoso da Jeni... hummmm... cheiro de romance secreto no ar...

Li disse...

Love's in the air...
panananãnaãn... (ok, essa coisa da sonoplastia é com a tita, cadê ela?)
Beijos Lu e Ana.
É tudo por vcs, minhas leitoras?!

Tita disse...

Eeuu to aqui! o/
Aaai que estória mais fofa!! Nossa, não parece que ela tem 17 anos mesmo, ela é tão menininha! Mas é mto fooofaaa!
Mto engraçado que tá hehe aquela parte do dinossauro é ótima uahuah!!
Beijoo!

Paula disse...

um novo amor não faz esquecer o outro grande amor...mas é muito bom ter um alguem a quem amar! ( falo do cachorro)

Bem agora é que vai começar essa historia!!! quero so ver como vai ser numa nova cidade!!

beijos

Paula disse...

um novo amor não faz esquecer o outro grande amor...mas é muito bom ter um alguem a quem amar! ( falo do cachorro)

Bem agora é que vai começar essa historia!!! quero so ver como vai ser numa nova cidade!!

beijos

Paula disse...

ahhhh!!
Que dia!!!
Minha cachorra! minha maior paixão se foi!!! desculpa usar qaqui pra desabafar mais ta doento muito...

Lucy disse...

Ai, Paula!!! =´(
Fica forte, menina! Dá abraço aqui... e pode voltar qd quiser pra desabafar, viu???

Bjo carinhoso pra vc!

Li disse...

paulinha
:_( que pena
bjs

titta_* disse...

Ih...eu detesto Vanessa Camargo ¬¬
mas vou dar uma chance pra Jeni,tadinha! kkkkkkkk...qm sabe entre outras coisas ela não aprende com o Ruan umas musiquinhas melhores =P
mas eu ate esutei o video,só pra entrar no clima do capitulo!
tb ri mto o capitulo todo..
e achei tão bonitinho a história do relogio e do cachorrinho...funciona mesmo! o.O
=P
quero testar!

bjo,Li!!! =***********