19/09/2007

Cap 17: Ciúme (Ruan)

Eu peguei o telefone e caminhei pela sala até onde o longo fio alcançava. Ninguém atendia lá em casa.

_Droga! _ desliguei e suspirei.

Liguei mais uma vez, movido pela esperança de que, da última vez, Jeni tivesse corrido para atender e ele parara de chamar. Quantas vezes isso não acontecera comigo? Mas, nada.

Bati com o sapato no chão, pensei mais um pouco. Estava aflito.

Hoje de manhã disse a ela que iria levar um casal de amigos para jantar conosco e pedi que organizasse tudo. Ela disse “deixa comigo”, enfiou uma maçã na mochila e foi para o colégio.

Não sabia o quanto tinha levado à sério o meu pedido. Por isso, eu agora ligava incessantemente, a fim de ratificar a importância daquele encontro. Não queria que servisse miojo. Fonseca era um grande amigo, merecia ser tão bem acolhido quanto eu sempre fui em sua casa.

_Alô? _ ouvi a voz totalmente descomprometida daquela criaturinha do outro lado da linha.

_Onde se meteu, Jeni?! _ perguntei. _ Estou te...

Alguém batia na porta da minha sala.

_Só um momento. _ pedi-lhe para esperar na linha.

O soldado me deu os papéis que eu havia solicitado.

_Jeni, te liguei o dia todo. _ falei, enquanto equilibrava o fone no ouvido e folheava aqueles arquivos. _Você não se esqueceu que hoje é o jantar...

_Não, Ru-an, eu, nããão esqueci. _ interrompeu-me.

_Hum. Tudo bem._ fiz uma leitura dinâmica no texto que estava en minhas mãos enquanto falava com ela. _ Fiquei preocupado, afinal...

_Ruan, você sempre pede para eu confiar em você, certo? Hoje, eu posso pedir para você confiar em mim?

Eu suspirei.

_Pode.

_Ai, que ótimo! _ ela parecia andar pela casa com o telefone sem fio enquanto falava, pois sua voz oscilava e saia um pouco ofegante.

_Jeni, eu não vou poder chegar cedo como prometi... _ sentei-me diante do computador e abri uma apresentação de PowerPoint que estava preparando para uma palestra.

_Jura? Eu pensei que ia me dizer que descobriram a cura para o câncer... _ ela brincou, adorava misturar ironia no meio de uma conversa em que eu estava claramente preocupado. _ Você nunca consegue cumprir esse tipo de promessa, liga quatro ou cinco vezes para dizer que vai se atrasar mais uma hora.

_Desculpe, eu sei que nos últimos dias eu estou mergulhado em...

_Ruan, faz o seu serviço aí tranqüilamente e confia em mim. Isso não é confiar, hen?!

_Claro.

Ela conseguia fazer sentir um pateta ginasial.

_Eu vou desligar porque estou ocupada. _ disse. _ À noite, nos vemos.

_Tem certeza que consegue? O dinheiro que deixei deu?

_Ruan, isso não é confiar! _repetiu.

_Tudo bem, tudo bem. Eu já entendi.

_Eles são o quê, afinal, para você estar assim tão preocupado:o presidente e a primeira dama ?

_São amigos apenas.

Eu não tinha certeza se Jeni estava me levando à sério. O processo de adquirir confiança em uma pessoa é semelhante a uma criança que está em cima de uma árvore e seu pai lhe estica os braços e diz: “Pula”. A criança confia e se atira de qualquer altura, porque sabe que ele não vai deixá-la cair. Uma hora, somos a criança que fecha os olhos e se atira e, em outra, somos o pai que transmite a confiança. Eu, hoje, era a criança.

Confiança é um dos valores que mais está perdido no mundo. Exatamente por isso tanto se fala sobre ela. É o tênis de confiança, o carro de confiança, o aspirador de pó de confiança, o biscoito de confiança, o refrigerante... Tudo leva o valor agregado “confiança” pelas campanhas publicitárias. Isso é um reflexo da própria desconfiança na sociedade. Pais e filhos, amigos, esposa e marido, patrões e empregados precisam de provas para tudo, porque as palavras já não bastam, estão esvaziadas pelas possibilidades de lesão, falcatruas e trapaças. Impossível não ser contaminado por essa onda também.

Só que eu não tinha escolha. Se eu quisesse ter tempo para finalizar a elaboração daquele trabalho, precisaria ficar mais um pouco no quartel. Quando acabei, meu relógio de pulso marcava nove horas e eu estava exausto.

Coloquei meu laptop dentro da pasta, recolhi alguns papéis importantes, peguei a chave do carro e de casa... Acho que não esqueci nada. Apaguei a luz da sala e tranquei a porta. Os soldados prestaram continência por onde eu passava e dei boa noite aos que ficaram.

Era gostosa aquela sensação de saber que pessoas me esperavam em casa. Sem dúvida, essa está sendo a melhor fase da minha vida. Jeni fora um vagalume vindo iluminar a noite. Um pequeno ponto de luz clareando a rotina de trabalho, campos e viagens.

Estacionei o carro, andei até a varanda dos fundos, fiz um carinho na cabeça de Juanito, que brincava com sua bola vermelha de borracha na varanda, e abri a porta da cozinha.

Jeni havia acabado de chegar ali e assustou-se. Levou a mão ao peito e respirou fundo.

_Pensei que ia dormir no sofá da sua sala. _ sorriu e colocou os dois polegares no bolso de trás da calça jeans.

_Não é muito confortável.

Ouvi o som de música vindo da sala. Era um dos meus cds que ela colocara para tocar.

_Eles já chegaram? _ perguntei.

_Sim, há meia hora. Eu expliquei que você ia demorar. Ficamos conversando.

_Vocês?

_É, nós. Falamos, incrivelmente, a mesma língua.

É que eu não conseguia ver tantos assuntos em comum entre eles.

_A esposa dele é muito divertida e falamos bastante sobre o bebê.

_Ah! Imagino. O Fonseca já mencionou o guia de pais?

_Parou no primeiro volume quando eu saí de lá. _ Jeni riu. _ Com fome?

_Muita! Comeria um mamute!!!

(Trilha Sonora da cena, clique aqui agora!)

_Uau, que guloso! _ ela se aproximou-se para abrir a porta do forno e eu fiquei na sua frente. Tentei ir para o outro lado, mas ela fez o mesmo e ficamos assim, esbarrando-nos.

Jeni me pegou pelos dois braços e girou-me. Assim, eu fiquei na frente da porta do corredor e ela, próxima ao fogão. Rimos e, por alguns segundos a mais, ela não soltou meus braços e eu, com as minhas mãos, segurei os seus também.

Ela estava diferente: sandália alta, blusa branca e um delicioso perfume. Podia sentir o cheiro de xampu do seu cabelo ainda úmido. Agora, eu tinha plenamente confiança nela e ela, em mim.

_Deixa eu ver! _ estiquei o pescoço para olhar o que estava preparando.

_É uma lasanha.

_Amo lasanha! _ senti minha boca salivar só com o cheiro. _ Não sabia que fazia isso...

_Bom... _ ela fechou o forno novamente e me comunicou que demoraria mais alguns minutos. _... Eu entrei na Internet e pesquisei uma boa
receita de lasanha. Também aproveitei a época de morangos e comprei alguns para uma sobremesa e servi um drink...

_Que também achou na Internet?_ completei.

_É, eu precisava me virar e buscar o
Know How desses encontros. _ ela explicou-se.

_Você é incrível! _ elogiei.

_É, mas os “incríveis” não podem ficar aqui na cozinha. Vamos para lá. _ chamou-me.

_Olha só, agora o casal está completo! _ Tatiana, a esposa de Fonseca, cumprimentou-me animadamente. Pelo visto, meu amigo não lhe contara o que havia de fato entre Jeni e eu.

Jeniffer sentou-se ao meu lado no sofá e perguntou-me baixinho se eu não iria tirar a farda e tomar banho.

_Eu vou, deixa só o corpo esfriar. Estou suado. _ falei-lhe e ficamos naquela conversinha íntima até que Tatiana intrometeu-se e elogiou a recepção de Jeni. _ É, ela aprendeu comigo. _ pisquei o olho.

_Ãn-hãn. _ Jeni colocou sua mão sobre a minha perna. _ Se dependesse dele, vocês comeriam pipoca de microondas. _ falou.

_Ela não quer revelar os segredos, prefere ficar com a coroa de louros só para ela! Egoísta... _ entrei na brincadeira e todos rimos mais uma vez. _Vocês me dão licença, então, que eu vou tomar um banho e acho que a lasanha já está quase pronta, né, Jeni?

_É sim. _ ela levantou-se comigo.

Ao voltar para a mesa, encontrei-os já sentados. Os
pratos estavam organizados e muito bem dispostos. Onde ela aprendera aquilo? Ah! Já sei onde: na Internet!

_Agora que o chefe da casa chegou, podemos nos servir. _ Jeni ofereceu-me o primeiro pedaço. _ Ruan, comprei o queijo ralado que você gosta. _ ela mostrou o pote. _ Ele detesta aquele queijo ralado convencional. _ explicou agora para todos. _ É igual criança, a gente tem que fazer as vontades, só come desse, ralado na hora. _ balançou a cabeça para os lados.

_Ela está fazendo um estudo sobre mim. Depois, os cientistas vão colocar o meu cérebro no formol e pesquisar como eu aturei essa mulher... _ acrescentei maionese e mais molho de tomate ao meu prato.

_Vocês dois são muito divertidos. _ Tatiana comentou e serviu-se.

_Ele brinca assim, Tatiana, mas não vive sem mim, sabe? Uma noite dessas, estava euzinha dormindo, bem tranqüila, quando ouvi aquele xipchisxichi... Um murmurinho esquisito... Aí eu abri o olho para ver o que era... _ Jeniffer fez uma voz de suspense e até eu me interessei para saber onde ela queria chegar. _... Eis que olho para esse aqui... _ apontou para mim. _ ... ajoelhado em um punhado de milho, rezando: “Senhor, obrigado, por esta mulher fenomenal, que eu não mereço”...

Todos rimos e Fonseca deu uma gargalhada sonora que ecoou pela sala. Até Juanito latiu.

O clima familiar estava delicioso e a presença de Jeniffer ao meu lado trazia-me uma grande alegria ao coração. A lasanha, nem preciso dizer, divina. O cheiro da carne, o queijo derretido esticando em fios... Eu salivava a cada garfada.

O telefone tocou na mesa de canto, próxima ao sofá.

_Deixa que eu atendo. _ adiantei-me.

_Deve ser do quartel... _ Jeni disse.

_Ah! Eu sei como são essas coisas, menina... _ Tatiana indentificou-se.

Peguei o fone e falei em um tom mais baixo que a conversa deles.

_Alô? _ atendi.

_Alô, é da casa da Jeniffer? _ perguntou uma voz masculina.

_Quem fala?

_Eu gostaria de falar com ela...

_Quem está falando? _ disse pausadamente.

_Ah, é o Henrique. Fala para ela que eu estava no aniversário dela, ela vai saber... O senhor é o pai dela?

Eu quase mandei ele enfiar o “senhor é o pai” onde ele quisesse, mas me controlei.

_Não, sou o... _ contive minha raiva. Eu não tinha esse direito de estender aquela farsa para a vida pessoal de Jeni. E se ela estivesse começando alguma coisa com aquele garoto? _ Espere um momento, vou ver se ela está.

_Tudo bem, eu espero.

_Jeni, é o Henrique. _ comuniquei-lhe.

Ela parou de conversar com Tatiana e virou o rosto para mim. Pensou por alguns segundos e decidiu levantar-se para atender. Como podia ter o descaramento, a ousadia, a cara lavada, a...

_Obrigada. _ pegou o fone da minha mão e eu ainda fiquei ali parado ao seu lado. _ Ruan, busca para mim o suco de maracujá na geladeira? A Tatiana não bebe refrigerante. _ pediu-me, abafando a voz com a mão no fone.

Eu agradeci por ter que ir até a cozinha, não queria que eles percebessem o quanto eu estava afetado por aquele telefonema.

Abri a porta da geladeira, olhei para a travessa de sobremesa e me esqueci do que tinha vindo buscar. A fumaça branca e fria começou a congelar as minhas pernas e eu fiquei ali, estático.

Quando a gente ama alguém, quer o bem dessa pessoa acima de tudo. Mas, a força desse sentimento pode elevar o zelo ao exagero e não aceitar que outras solicitem sua atenção. Interessante como a origem da palavra ciúme remete ao “zelo”. Ciúme em latim, zelumem e em grego, zelus.

Marcel Proust já dizia que: “para aquela que é objeto do ciúme, ele passa a ser considerado como desconfiança injuriosa e, por isso, uma autorização a enganar o ciumento”.

Todas as promessas de confianças, hoje à tarde, estavam manchadas por aquele telefonema. Os dois juntos fizeram o quê nas minhas costas? Se beijaram sob algum pé de árvore? Comprimiram-se no muro do colégio? Ou procuraram alguma sala vazia para livrarem-se da impulsão de seus corpos? Agora ali, sobre o meu nariz, na minha casa, trocavam risos ao telefone!

O ciúme, quando nos turva a vista, cria fantasmas, vozes, dois corpos físicos agarrando-se bem ali, no espaço da loucura. Muitas vezes, são só isso: delírios que nunca virão a ser mais que alucinações em nossas mentes.

Eu não podia confiar em Jeni, pois nosso laço de amor não existia concretamente. Se havia, era manifesto em potencial, na virtualidade. Escondido e incluso em um olhar, um afago, um arfar incontrolado de seus seios. Todos esses sinais ainda incógnitos.

_Ruan? _ ouvi a voz de Jeni atrás de mim. _ Não encontrou o suco? _ ela afastou meu corpo para o lado para pegar a jarra. _ Tudo bem?

_Claro. _ respondi secamente e segui atrás dela.

Sentamos novamente à mesa e eu olhei para a minha lasanha e depois, para Jeni. Como ela conseguia comer? Disfarçava muito bem, pudera...

Depois daquele telefonema, eu era um homem embrulhado no medo.

Autora: Li



*Indique este livro para um amigo (a)!*

18 comentários:

Li disse...

Olá, minhas leitoras! Todas confortavelmente em suas almofadas?

Oi também para as anônimas. Como eu sugeri no fórum dos comentários do capítulo anterior, seria legal quem não desejar se identificar escolher um pseudonome. Gostei do seu, "Gaucha!". Viu que já está no nosso perfil ai ao lado no clube das leitoras?

(Se eu estiver esquecendo alguém, avisem!)

Ah! Quem preferir comentar como anônima pode viu? Só foi uma sugestão.

Agora que ciúme foi esse do Ruan, eita, mordido mesmo. Perdeu até a fome! hahahahahaha

Digam aí:

Quem ama pode sentir ciúme?

Beijão da Li.

marianahenriques disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
KÁKÁ disse...

bom eu sou mais uma anonima q resolvi colok meu nomem como KÁKÁ..rs..
sei q n eh criativo..mais tb n tem nd haver com meu nome..kkkk
bom sobre o capitulo..amei,...rs...
bom mais ele eh engracado neh..ele pode estravaser com a virginia mais fica com ciumes de um telefonema..rs...
tipo acho q ela vai perceber.. ela conhece ele..
e ela tah mandando muito bem..agora q ela fisga esse homem..quer dizer jah tah fisgado..rs...
eles estão lindos juntos..to amando esse joguinho ..isso tb eh gostoso..rs...
bjs p tds..
parabens li..

aninha disse...

nossa Li!!!!! esse henriqe ta estragando o lance!! zero pra ele!!!!!

marianahenriques disse...

Oiiii Li.
Que beleza...passei o dia as voltas com a correria freqüente do estágio, da faculdade, dos trabalhos e provas e quando venho aqui vejo que já tenho dois capítulos pra ler....Q MARAVILHA...
Mas esse Ruan hein??? Mordido de ciúmes o guri...huahauhauhauha
Mas eu bem q gostei...vai dizer q não é bom quando sabemos q nossos amores se morderam um pouquinho de ciúmes por nós....Pena q a Jeni não tenha a chance de sentir esse maravilhoso gostinho (afinal ela não sabe q ele tá mordido)
Mas respondendo tua pergunta:
Claro q pode ter ciúmes SIM. Obviamente q nada exagerado. Tudo nos limites que Freud aceitaria para chamar a criatura enciumada de normal. Mas um pouquinho de ciúmes faz muito bem ao ego.
É ou não é????

Adorei os dois últimos capítulos Li.

Ahhhh...lendo uns comentários nos capítulos iniciais vi que muitas das gurias falavam q ele era o Ruan da estória do Caio e da Isabela...e não tava entendendo nada...
Resolvi dar uma fuxicada nos teus outros livros e como ler só um capítulo por dia é muito pouco pra saciar a minha ansiedade resolvi começar a ler o outro livro....estou adorando tb...já cheguei no capítulo 42 e adorei especialmente a parte da experiência da Bela "do outro lado da vida". D+.

Bom chega de falar de outro livro num post q não tem nada a ver né...huahauhauhau

Bjkitas mil e por favor posta logo o outro capítulo...tô curiosa pra ver como termina esse jantar.

MARI

Li disse...

Oi, Mari! Que bom que vc tá lendo o da Bela. Fico feliz por isso.
Beijocas!!!!

Te vejo no cap de amanhã.

Lucy disse...

Aiiiii, to com friozinho na barrigaaaaaa!!! Ele sofre, tadinho!!! \o/ Faz isso com ele não, Liiiiii!!! (brincadeirinha, faz sim! rsss... a dor gera evolução!!!)

Ele tah com ciuuuuuumeeeeeeeee!!! rsss... e ela tah tao calma, neh nao? E tipo... com o Henrique na parada, o Dã.. digo, Dan, vai pro beleléu... pro limbo dos amigos que não "ficam" com as amigas! hahahahahahaha

que cruel eu sou... e concordo com uma menina q comentou no outro post: ai do Dan se largar a noiva grávida!!! >(

Bjooo, Eliiiiiiiiiiiii!!! Tah muuuito shoooooooowwwwwwww!!

Li disse...

:) Wooon, que legal que estão gostando!

É verdade, é muito homem hen? Um em casa, um no pc e um na escola, vai chover assim na horta em outro lugar meu! putz!

agora o problema vai ser organizar a fila!

O clube do "Ruan forever" já levanta a placa: "Ruan","Ruan" hahahahahah

Muuuitas emoções chegando ai!

Preparem os coraçõezinhos!

Li

Nati disse...

Adorei esse capítulo! Ri muito com a Jeni descrevendo a cena do Ruan ajoelhado no milho agradencendo por tê-la...hahaha...Que imaganinação a da Li, ou melhor, a da Jeni...rs

Poxa...um só por dia eh pouco...dá vontade de ter maratona desse seriado, que nem os da tv...Mas tinha que ser de capítulos inéditos...rs.

Beijos Li!!!!

=**

Li disse...

Natinha! :) Você não ia enjoar não?! rs
Pois é... ando com bastante criatividade. Mas isso se dá pelos comentários aqui.
Quando a gente vê que o que escreve mexe com as pessoas, dá vontade de fazer mais, tentar ser melhor.
Eu não quero que ninguém fique dizendo "Ah, li, você é isso e aquilo"... O que gosto mesmo é quando alguém faz isso: "po, aquela parte do capítulo eu gostei porque...". Se um parágrafo marcar, então, poxa, valeu a pena!
Enfim, deixa eu continuar a fazer minha monografia aqui, porque a dispensa do trabalho está acabando rsrs.
À noite tem mais, agora com a Jeni contando.
Beijão!!!!!!!!

Nathália disse...

Tb vou entrar no clube do Ruan Forever!!!
Agora (e só agora) ele ta me conquistando!! Tinha um pé atrás com ele, por causa da morte do cachorro, hehe, mas agora ele tem sido tão legal, tão romantico, tão lindinho com ciume, hihihi

Um ciuminho assim é bom né gente??O que não pode é sair por aí achando que é dono do outro, fazendo escandalo...

Bjkss

aninha disse...

é isso ai meninas!!! eu como presidente do fã-clube Ruan Forever dou as boas vindas a todas!!!!!hauhuhuha!!!!! bjus meninas!!!!

mell disse...

adorei o capitulo de hjj!
ri mtoo² =))
outra coisa q adorei foi o videooo da lurdinha com o 'tio'
hsuauhsusuhhusuha

eu li umas 3 vezes a parte q o ruam estava pensando sobre confiança, a comparaçao q ele fez e talz! nunca tinha parado para pensar dessa forma, achei super interessante :)

no meu ponto de vista ciumes tem q haver em tdo relacionamento a dois! claro q na medida certa, sem exageros...
q atire a primeira pedra quem naum gosta de ver o namorado com aquela cara de brabo, se roendoooo de ciumes! uhsuasuhuhas

bjuu guriass =*

Gaúcha disse...

Acho q ciumes é super normal num relacionamento... meu marido e eu éramos amigos... e eu só comecei a me dar conta de q existia "algo mais q amizade" pq qdo a gente saía junto nunca ficávamos com ninguém... ele nao deixava ninguém se aproximar! E eu sentia uma raiva se alguma mulher pechava nele... e hoje estamos aí juntinhos!
Manda o próximo, Li!

Li disse...

Nathália... Pois é. Ele matou o cachorro, mas porque estava já no piloto automático em racionalizar as ações. Só que tirando essa gafe tenebrosa dele... rs. Não adianta, ele é muito fofo! Um tiozinho dos mais fofos!

Li disse...

Mell,
Gostou da analogia que ele fez com a criança?
Pois é... "Esse cara é bom!" hahhahaha
Beijocas linda.

Ah! A Mell com asterisco (*) é a outra Mell rs, nossa, se vocês não especificarem eu vou me confundir. Porque vocês além do nome igual ainda escrevem parecido!
hahahahahhahaha

Li disse...

Gaúcha, que bonito! História de amor essa hen?!
Bom, o meu amor odeia que eu provoque qualquer ciúme. Já é pacto, rs. Mas o problema é que ... tem horas que não depende de nós provocarmos nada...
Ai, eles ficam tão lindos mordidinhos. rs.
Sim, homem com ciúme merece um beijo e um colo. hahahahah

titta_* disse...

tá com ciumes..ta com ciumes... =P
kkkkkkkkkkkkk...
tããão bonitinho com ciumes da Jeni!! óóóó...

*\o/* RuaN 4ever! *\o/* eu tb!!

kkkkkkkkkkkkkk...

ah! e eu ri mto e alto - soltei a gargalhada mesmo - com a história do milho ai...
bom d+!
tou adorando...

adoro,Li!
=*******